sábado, 28 de maio de 2016

OBRAS DE CAMETAENSES EM EXPOSIÇÃO NA XX FEIRA PAN-AMAZÔNICA


No Centro de Convenções da Amazônia, durante a XX Feira Pan-Amazônica do Livro em Belém do Pará, no período de 27 maio a 4 Jun 2016, no ESTANDE DO ESCRITOR PARAENSE,  ao lado da praça de alimentação da Pan-Amazônica, você encontrará entre mais de 200 autores paraenses as obras dos escritores cametaenses, de localidades como:   Rio Furtados, Mendaruçu de Cima, Vila do Carmo, Cuxipiari,  e Cametá.

De Flodoaldo Santos, ribeirinho do Rio Furtados, " O PORTO DE CAMETÁ NO ESPAÇO DE CIRCULAÇÃO, onde:
  "A geografia ciência se junta a geografia vivida pelo autor em sua história com a Cidade (...) e nos permite enxergar as tramas políticas e ideológicas que enredaram o debate sobre o porto e sobre a erosão (...)"
Prof. Giovane Mota
Departamento de Geografia da UFPA


De Relivaldo Pinho, ANTROPOLOGIA E FILOSOFIA - EXPERIÊNCIA E ESTÉTICA NA LITERATURA E NO CINEMA DA AMAZÕNIA Obra resultante da tese de doutorado do autor, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFPA, sob a orientação do professor Ernani Chaves. A pesquisa foi vencedora da edição 2012 do Prêmio Professor Bendito Nunes da UFPA, coordenado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp) e atribuído à melhor tese de doutorado defendida no âmbito dos Institutos de Filosofia e Ciências Humanas, de Ciências da Arte e de Letras e Comunicação da UFPA.

Você também poderá deliciar-se com a leitura 
do novo livro do professor, poeta e escritor cametaense Arodinei Gaia intitulado "O MISTÉRIO DO QUARTO FECHADO" que será lançado na feira no dia 03 Jun às 2100 horas e promete emoções e mistérios. 

Estão ainda em exposição na feira os seguintes livros de nossos escritores cametaenses:
ANTOLOGIA DE POETAS CAMETAENSES, de Arodinei Gaia em co-autoria com  9 poetas entre eles Alberto Mocbel, Altamir Sassim, André Estumano, Dagoberto Barros, Francisco Mendes, João Batista, Luizão Barros, Miguelângelo Mocbel e a ilustradora Jalva Teles. 
ATURIÁ, de João Batista Pantoja;
RAIZES DO TOCANTINS, de Altamir Sassim Dias;
O TEU ESFORÇO É A MEDIDA DO TEU LIMITE, de Arodinaldo Gaia de Souza - AROGAS;
CASOS COM A PORTUGUESA, de  Arodinaldo Gaia de Souza - AROGAS;
JOÃO VITÓRIA; de Arodinaldo Gaia de Souza - AROGAS
A FETRACOM NO MOVIMETO SINDICAL, de Haroldo Barros;
FRAGMENTOS DO MOVIMENTO SINDICAL NO PARÁ, de Haroldo Barros; 
O BOTO SEDUTOR, de Haroldo Barros; 
O IMAGINÁRIO DA REPÚBLICA EM CAMETÁ, de Haroldo Barros; 
SERVINDO A DEUS NA AMAZÔNIA TOCANTINA, de Admilson Freitas.
 Fontes:
XX Feira Pan-Amazônica - Stand de Escritores Paraenses
Facebook - Claúdio Cardoso

quinta-feira, 31 de março de 2016

31 de março de 64: Golpe militar ou Revolução Democrática?


Por Flodoaldo Santos
Escritor, Geógrafo e Militar

Eu tinha apenas 10 anos de idade. Não sou testemunha ocular!

O que li na maioria dos livros de história e em debates vivenciados durante minha formação acadêmica foram, na maioria dos casos,  afirmações de "golpe de estado", "ditadura militar" e "golpe militar" tendo como patrocinador os EUA.  Golpe que tal como os demais  infelicitaram a história da América Latina. Por outro lado, o que me foi ensinado, exaltado e comemorado na caserna foi a ideia de "Revolução Democrática que salvou o Brasil do comunismo e  totalitarismo de esquerda".
 
A Wikipedia afirma que “a historiografia brasileira recente defende a ideia de que o golpe, assim como a ditadura que se seguiu, não deve ser considerado como exclusivamente militar, sendo, em realidade, civil-militar. Segundo vários historiadores, houve apoio ao golpe por parte de segmentos importantes da sociedade: os grandes proprietários rurais, a burguesia industrial paulista, mais grande parte das classes médias urbanas (que na época girava em torno de 35% da população total do país) e o setor conservador e anticomunista da Igreja Católica (na época majoritário dentro da Igreja) que promoveu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada poucos dias antes do golpe, em 19 de março de 1964”. No entanto, em A verdade Sufocada, o  Gen Div (Res) Ulisses Lisboa Perazzo Lannes, do Clube Militar, acredita que “Como qualquer data histórica, comemorar a Revolução de 31 de Março de 1964 requer serena reflexão, para que possamos efetivamente entendê-la, avaliá-la, exaltá-la e dela retirar ensinamentos.
Porque, ao comemorá-la e proclamar seus feitos e ideais, o que fazemos é buscar a fé e a inspiração para continuar a lutar pela preservação das liberdades democráticas da Nação e a trabalhar pela construção de uma Pátria justa... e pelo bem do Brasil!”

Hoje vivemos uma dicotômica visão política, jurídica, midiática, popular e ideológica parecida. Será o provável impeachment da Presidente Dilma um golpe ou um evento político e social, legal, perfeitamente amparado na constituição e que representa os anseios da maioria dos brasileiros?

É uma pergunta que, a meu ver, só a história, ou as histórias nos darão uma resposta ou respostas.Hoje temos esse jogo de ideias que maltratam a mente de nosso povo, nossos estudantes, nossos adolescentes e jovens, nosso homem do campo, nossos ribeirinhos tocantinos e o cidadão brasileiro em geral; jogo ideológico da verdade entre perdedores e ganhadores, socialistas e capitalistas, elitistas e plebeus, cristãos, judeus e muçulmanos..., é assim na faixa de Gaza. No Brasil já estão matando por intolerância religiosa e ideológica, preconceitos de cor, contra homossexuais e outros motivos mais, com armas diversas.

  Em minhas visitas recentes pelos Rios Cametaenses; Furtados, onde nasci, Ilha Grande, onde também moro, e rio Mendaruçu. Rios de minha vida. Onde tenho muitos dos leitores de minha obra, O Porto de Cametá no espaço de circulação, sou testemunha que a grande maioria dos ribeirinhos, mesmo os não petistas, tem restrições mas são simpáticos a dupla Lula X Dilma e não anseiam pelo afastamento da presidente  por motivos diversos tais como:
- possíveis perdas de benefícios sociais,
- querem em primeiro lugar o afastamento de Renan Calheiros e Eduardo Cunha,
- temem o agravamento da crise após o afastamento da presidente Dilma,
- não aceitam o  presidente da câmara Eduardo Cunha, no comando do processo de impeachment e
- diversos outros motivos.
Fontes:


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O PERIGO DAS FOSSAS SANITÁRIAS INSTALADAS SEM ORIENTAÇÕES TÉCNICAS



DEBATE ENRIQUECEDOR SOBRE FOSSAS SÉPTICAS EM ILHAS.
É urgente a necessidade do despertar da consciência política e comunitária para este tema que pode, juntamente com outros temas, como o acúmulo inadequado do lixo,  transferir às Ilhas Cametaoaras, ainda muito saudáveis, todos os problemas ambientais e sanitários dos centros urbanos! Tais como: contaminação do solo e do rio, proliferação de mosquitos, entre eles o Aedes aegypti, que transmiti as doenças conhecidas por dengue, zika vírus e chikungunya, contaminação das pessoas por bactérias, verminoses e demais doenças afins.
Veja um relevante debate com o geógrafo da UFPA, Professor Luiz de Jesus Pacheco de Almeida, em sua página, no Facebook, postada em 24 Jan 2016, com o título:
Fossas sépticas ajudam na produção agrícola e na preservação ambiental,