quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O FLUTUANTE DO RIO FURTADOS



Surgiu  no lugar onde nasci, Rio São Raimundo dos Furtados, Município de Cametá, um Bar Flutuante em forma de barco, montado em cima de toras de madeira, que servem de bóia. Passou a funcionar principalmente no mês de Julho, época das férias escolares, em cima de uma praia fluvial, contígua a uma ilha em formação, no meio do rio ,rio acima.


Muito criativa e peculiar a ideia! Com os atrativos e promoções do bar, esta praia passou a ser o balneário preferido do rio e frequentada por um público considerável e extra rio oriundos de localidades vizinhas tais como Vila do Carmo, Mocajuba, Laranjal, Sapateiro, Vizeu, Acari, Santana, Mendaruçu, Tamanduá, Ilha Grande de Furtados, Jurubatuba, Furtadinho, Panité, Joroca e outros.


Com o aumento do público no Bar Flutuante e na praia, e esta por ser praia que sofre influência diária das marés fluviais de água doce, é inundada e assoreada diariamente por períodos aproximados de 7 horas de vazante e 5 horas de enchente, surgiu então o segundo Bar Flutuante e logo em seguida um terceiro. Hoje na verdade existe um complexo de Bares Flutuantes e o povo convencionou chamar este complexo de “Flutuante”. 


Com a praia descoberta, o público tem todas as opções de lazer que uma praia pode proporcionar, são comuns banhos, jogos de vôlei, futebol, crianças correndo, fazendo castelos de areia, brincando e empinando pipas.


A praia passou também a atrair algumas pessoas com seus apetrechos apropriados de praia: cadeiras, esteiras, cubas com lanches, refrigerantes e cervejas e vendedores ambulantes de alimentos, sorvetes, picolés.

Quando a praia começa a inundar há certo corre-corre para os bares ou a volta para casa daqueles que só vieram ali para curti-la.


Como todo aglomerado de pessoas, não tardou a acontecer alguns problemas tais como brigas, roubos e presença de menores no ambiente de bar que é um lazer para adultos. A presença de segurança pública no complexo é muito eventual ou inexistente. Há serviços de seguranças organizados na comunidade e contratados pelos donos dos bares somente quando há uma maior promoção com música ao vivo.


Como todo aglomerado de pessoas, não tardou a acontecer alguns problemas tais como, lançamento de latinhas de cerveja e refrigerantes no rio, brigas, roubos e presença de menores no ambiente de bar que é um lazer para adultos. A presença de segurança pública no complexo é muito eventual ou inexistente. Há serviços de seguranças organizados na comunidade e contratados pelos donos dos bares somente quando há uma maior promoção com música ao vivo.

Com isso, nasce os preconceitos contra o “Flutuante”. O nosso mundo é como vemos e sentimos. Hoje existem pessoas, talvez a maioria, que não frequentam o complexo, mas conseguem vê-lo cheio de maconheiros, alcoólatras, ladrões, prostitutas, devassos “pessoal do furo”, irresponsáveis, imorais e muitos outros adjetivos que prefiro não citá-los aqui para não baixar o nível de nosso linguajar. Essas pessoas têm tanta “informação”, repúdio e sentimento negativo sobre o Flutuante que não adianta querer amenizar tal sentimento.

O termo “pessoal do furo” é outro preconceito instalado contra
todos que moram em um Furo existente no Rio Furtadinho, contíguo ao Rio Furtados, ao norte deste, devido no lugar supostamente ter existido ou existir alguns rapazes usuários de drogas e que praticaram algumas irregularidades. Será que tais vícios, se é que existem, só existem neste pobre furo maltratado pelos preconceituosos? e nos demais lugares não existem viciados?
Flodoaldo Moreira
       Geógrafo 

Fotos de Rio Furtados Cametá em FACEBOOK,acesso em 05/10/2014 em
 https://www.facebook.com/profile.php?id=100006876154618&fref=ts 




6 comentários:

Ademildo Miranda disse...

Com isso, nasce os preconceitos contra o “Flutuante”. O nosso mundo é como vemos e sentimos. Hoje existem pessoas, talvez a maioria, que não frequentam o complexo, mas conseguem vê-lo cheio de maconheiros, alcoólatras, ladrões, prostitutas, devassos “pessoal do furo”, irresponsáveis, imorais e muitos outros adjetivos que prefiro não citá-los aqui para não baixar o nível de nosso linguajar. Essas pessoas têm tanta “informação”, repúdio e sentimento negativo sobre o Flutuante que não adianta querer amenizar tal sentimento. EMOFOBICO

Ademildo Miranda disse...

Eu não consigo acreditar que vc se auto intitula conterrâneo desse lugar e denigre a imagem do mofobico e egocêntrico e acima de tudo criminoso,quando acusa as pessoas chamando-as de ladrão e prostitutas vc sabia que pode sofrer um processo judicial por esse difame.Se eu fosse vc teria vergonha de fazer essas publica;oes em redes sociais depois isso acarreta uma visão distorcida de um lugar tão belo e tao tranquilo que se chama Furtado e Furtadinho sendo assim ao invés de atrair turistas para esse lugar vc esta fazendo o que essa linda cultura não seja desvendada.
Vai estudar mais o conceito de sociedade (te indico o autor Lar raia)para que vc possa ter propriedade para dissertar a respeito do tema.Isso e uma vergonha para a sua categoria de geografos

Jovem Cametaoara disse...

Caro cidadão Ademildo
Você deveria reler o texto apenas.O tema aborda uma realidade daquela sociedade, preconceitos lá instalados e convida o leitor a uma reflexão sobre o fato. O escritor, que você nem deve conhecer e já o intitula de criminoso e outros adjetivos busca quebrar preconceitos...e por sinal este mesmo criminoso aí, é frequentador do referido local e, além de verbalizar, como a maioria se restringe a fazer, realiza e já realizou muito por aquela comunidade.
É de se acreditar que existam pessoas que distorcem textos, não sei com qual intenção. Creio eu que seja por um simples motivo: falta de leitura e interpretação!. Vá ler.. ler...ler! Apenas isso que te indico, para que você possa ter propriedade pra emitir uma crítica .Isso que você escreveu não é vergonha. É INDOLÊNCIA.
Eyder Siqueira

Maycal Souto disse...

Jovem Ademildo, desculpe-me chamá-lo de jovem sem saber sua idade, é que não pude considerar maior experiência após seu, no mínimo inculto, comentário. Poderia me estender sobre seu breve e infeliz comentário quanto esta publicação, no entanto, visto que seu nível de leitura e interpretação de texto é demasiado tênue, peço somente que releia quantas vezes for necessário, até que consiga entender; caso contrário sugiro começar por Maurício de Souza e seguir adiante. Além disso, peço-lhe, por gentileza, não macule o nome de Roque Laraia (não “La Raia”), pois este sim estudou autores celebres como Padre Anchieta, Heródoto, Montaigne, etc. Já você... deixa pra lá... Por fim, parabéns Flodoaldo dos Santos, poucas pessoas como você, possuem tamanho brio no que discerne Cametá. Você sim é um verdadeiro Cametaora!

miranda vasconcelos disse...

Tenho absoluta certeza que não foi falta de interpretaçao de texto da minha parte e sim falta de pesquisa por parte do autor para discertar sobre.o assunto,pois seno comentario está abordando a quetão do preconceito o único preconceituiso ha meu ver é o sr.Flodoaldo quando intitula povo do "furo".Para ter propriedade para discertar determinado tema,o autor tem que ter fonte,conhecimento para embasar o seu comentário e não sair divulgando porai o que nao deve,quero deixar claro que nao tenho nada contra ao autor mas só estou comentando porque achei que ele foi infeliz ao tecer comentario de um lugar muito pacato,no qual falo com propriedade afinal sou nato do mesmo.Para concluir deixo um recado para o sr. Flodoaldo,da proxima vez que for fazer qualquer publicaçao acerca de determinado tema,procure se embasar em fonte,se não tiver fonte escrita procure a fonte oral que também pode dá base para sua pesquisa! Pois fica feio para um geografo ser influençiado somente pelo que pensa! Dica:PESQUISAR!

Maycal Souto disse...

Tudo bem Ademildo, vou tentar ajuda-lo, para que o mal entendido não prevaleça e seu coração fique em paz. Vou destacar o texto e explicar: “Com isso, nasce os preconceitos contra o ‘Flutuante’. (QUANDO O AUTOR DESTACA O PRECONCEITO, OBVIAMENTE ELE ESTÁ DIZENDO QUE NÃO É ALGO BOM, LEMBRE-SE, PRECONCEITO NÃO É BOM) O nosso mundo é como vemos e sentimos. Hoje existem pessoas, talvez a maioria, que NÃO frequentam o complexo, (PESSOAS PRECONCEITUOSAS QUE NÃO FREQUANTAM O COMPLEXO FLUTUANTE) mas conseguem vê-lo cheio de maconheiros, alcoólatras, ladrões, prostitutas, devassos (‘MAS’ É UMA CONJUNÇÃO ADVERSATIVA USADA NA LÍNGUA PORTUGUESA PARA PERMITIR CLARA OPOSIÇÃO ENTRE IDÉIAS, OU SEJA, NÃO FREQUENTAM O FLUTUANTE ‘MAS’ FALAM MAL DELE) ‘pessoal do furo’ (QUANDO USAMOS ASPAS OU VÍRGULAS DOBRADAS SÃO SINAIS DE PONTUAÇÃO USADOS PARA REALÇAR PARTE DE UM TEXTO, NESTE CASO PARA DESTACAR FALAS DE TERCEIROS, OU SEJA, OS PRECONCEITUOSOS QUE USAM A EXPRESSÃO ‘PESSOAL DO FURO’ DE MANEIRA PEJORATIVA), irresponsáveis, imorais e muitos outros adjetivos que prefiro não citá-los aqui para não baixar o nível de nosso linguajar. Essas pessoas têm tanta ‘informação’ (QUANDO USAMOS ASPAS OU VÍRGULAS DOBRADAS SÃO SINAIS DE PONTUAÇÃO USADOS PARA REALÇAR PARTE DE UM TEXTO, NESTE CASO USA-SE A IRONIA PARA DENOTAR QUE OS PRECONCEITUOSOS NÃO POSSUEM INFORMAÇÃO), repúdio e sentimento negativo sobre o Flutuante que não adianta querer amenizar tal sentimento. (POR FIM, FICA CLARO QUE O AUTOR REPUDIA TODAS AS EXPRESSÕES PRECONCEITUOSAS QUANTO AO FLUTUANTE E DESTA MANEIRA ENALTECE NOS PARÁGRAFOS ANTERIORES QUE O LUGAR É SIM DIGNO E DE BEM) ENFIM, ESPERO TER AJUDADO, TENHA UMA BOA TARDE!